Festival 2018

28/8, 19h às 21h
Luz e cor nos conduzem na percepção do mundo desde o primeiro abrir dos olhos. Percebê-los como instrumento artístico nos remove do papel de espectador e nos transporta ao universo de criador.
25/8, 14h
O Cena Contemporânea recebe estudantes da Escola Estadual Cândido Ulhoa, da cidade de Bonfinópolis (MG). A Atividade tem como objetivo mediar o contato entre os jovens e a linguagem teatral, ratificando nossa política de formação de plateia.
25/8, 15h
O coreógrafo Wagner Schwartz lança seu livro “Nunca Juntos Mas ao Mesmo Tempo” pela editora Nós. Schwartz convida Béatrice Houplain para criar a voz de sua personagem, Adeline, em francês - uma forma encontrada por ele para conceber uma linguagem outra.
22/8, 18h30
Montagem que é resultado de pesquisa acadêmica integrada ao Programa de Pós-Graduação do Instituto de Artes da Universidade de Brasília, desenvolvida pelo ator, palhaço, diretor e produtor Denis Camargo.
22/8, 14h
Espetáculo baseado no improviso e na comunicação direta com o público. Chico Simões apresenta o palhaço Mateus da Lelé Bicuda, grande contador de histórias, morador da Volta Funda. Camelô, mágico, ventríloquo, mamulengueiro, brincante...
30/8, 14h às 16h
O espetáculo “Autopsia III” coloca em cena a realidade do cárcere no Brasil. Atualmente, O Brasil detém a terceira maior população carcerária do mundo, sendo que 40% dessas pessoas sequer foram julgadas
28/8, 14h às 16h
O Celeiro das antas é uma das companhias mais importantes do cenário teatral de Brasília, cuja origem está ligada à tradição da palhaçaria.
27/8, 14h às 16h
O objetivo da conferência é aproximar o ouvinte do distribuidor (produtor e difusor) de sua obra na cadeia de dinamização de projetos em artes cênicas
26/8, 17h
O espetáculo “Tom na Fazenda” acumula prêmios em diversas categorias, com mais de 100 apresentações, já foi assistido por mais de 11 mil pessoas. A lama das mentiras toma cena, evidenciando as dores das relações atravessadas pela homofobia.
24/8, 14h
O fundamentalismo religioso não é uma novidade no mundo. Em 1664, a peça “Tartufo”, de Moliére, foi encenada pela primeira vez, e imeditamente censurada pelas cortes do rei Luis XIV, diretamente influenciada pela Igreja.