TARTUFO CONTRA A ARTE

TARTUFO CONTRA A ARTE

TARTUFO CONTRA A ARTE

O fundamentalismo religioso não é uma novidade no mundo. Em 1664, a peça “Tartufo”, de Moliére, foi encenada pela primeira vez, e imeditamente censurada pelas cortes do rei Luis XIV, diretamente influenciada pela Igreja. No Brasil, os Tartufos se espalham em diversos territórios, usando o nome de Deus para manutenção de desigualdade e privilégios. No parlamento brasileiro, o fundamentalismo religioso tem apresentado pauta política nítida contra a igualdade racial, os direitos das mulheres, o casamento entre pessoas do mesmo gênero, dentre outros. Também ocupa espaços de poder nos níveis municipais e estaduais, com um projeto de sociedade excludente e discriminatório. A mesa destina-se a reflexões sobre a relação entre fé, poder e arte no contexto político e eleitoral de 2018.

A releitura promovida pela UM Teatro Produções não apenas valoriza o legado artístico de um dos maiores mestres da comédia satírica, como lança um olhar crítico e contundente sobre a realidade que expõe à sociedade contemporânea os impactos da interferência da religião vivenciados de forma fundamentalista, alienada, na vida das pessoas. A debatedora, Camila Galetti é doutorando em Sociologia Política na UnB. Pesquisa a ascenção da direita no Brasil pós-junho de 2013. Além da relação entre cristianismo e feminismo.

COM RENATA CARVALHO, TÉRCIO SILVA, DIMAS MENDONÇA E CAMILA GALETTI

Serviço

Data | Horário | Local:

24/8, 14h, UnB

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