Baseado no mais recente disco lançado pelo artista, Y’Y (Iê Iê), o show é um convite a penetrar nas lendas e encantamentos da Amazônia. Y’Y foi vencedor do prêmio de Melhor Álbum do Ano de 2024, pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), e Melhor Disco Instrumental do Ano, pelo Prêmio da Música Brasileira. Nada mal para um artista que, no ano passado, foi escolhido Melhor Instrumentista do Ano pelo Prêmio Multishow.
O piano de Freitas é capaz de apresentar melodias marcantes e grooves mântricos, além de simular apitos de madeira, sementes, sons da floresta amazônica e muito mais. Seu piano faz um importante aceno à diáspora africana e celebra os povos nativos do Brasil. Acompanhado de Sidiel Vieira (Contrabaixo Acústico) e Rodrigo “Digão” Braz (Bateria), Amaro Freitas promete fazer um passeio pelas composições que marcam sua trajetória.
No roteiro, músicas que vão desde o lançamento de “Sangue Negro”(2016), como “Baquaqua”, que destaca a história raramente contada do africano Mahommah Gardo Baquaqua; a delicada: “Gloriosa”, uma homenagem a sua mãe Rosilda; “Ayeye”, celebração em iorubá, onde apresenta um piano vibrante e uma batida de baixo de groove, que às vezes pode soar tanto como um hit de D’Angelo ou Alicia Keys quanto como Bill Evans ou Thelonious Monk; e “Viva Naná”, uma bela homenagem ao seu conterrâneo Naná Vasconcellos.
AMARO FREITAS – Pianista, tecladista, arranjador e compositor nascido no Recife, é um dos principais nomes da cena atual do jazz, apontado como revelação do jazz internacional por “uma abordagem do teclado tão única que é surpreendente” (revista Down Beat/EUA). Seu trabalho celebra a música ancestral e dá vida a diferentes atmosferas musicais. Amaro já circulou por turnês no Brasil e exterior, apresentando-se em alguns dos principais festivais de jazz do mundo como Cork Jazz (Irlanda do Norte), Montreux Jazz Festival (Suíça), Pisa Jazz (Itália) e no lendário Newport Jazz Festival (Estados Unidos).
Vencedor do Prêmio Multishow (2024) na categoria Melhor Instrumentista, Melhor Disco do Ano pela APCA (2024) e Melhor Disco Instrumental do ano pelo Prêmio da Música Brasileira (2025).
FICHA TÉCNICA:
Amaro Freitas – Piano
Rodrigo “Digão” Braz – Bateria
Sidiel Vieira – Contrabaixo
Produção Executiva: Henrique Neves
Engenheiro de Som: Vinicius Aquino
Direção Geral / Management: Laercio Costa / 78 Rotações
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre